A NOSSA HISTÓRIA
A História de Yeshuah
Há muito tempo, vivia um jovem chamado Yeshuah. Num certo dia, Yeshua saiu de casa e pôs-se a caminho até ao centro da sua vila.
Pelo caminho, foi abordado por um velho sábio, que lhe entregou um pequeno saco de sementes. O jovem, confuso, perguntou:
Mas que sementes são estas? Para que servem? O que devo fazer com elas?
O velho sábio sorriu e despediu-se apenas dizendo:
Tu saberás…
Yeshuah aceitou o desafio e partiu, semeando as sementes. Ora, dessas sementes nasceu o Vale do Germinar, fértil e luminoso, protegido por montanhas e atravessado por rios, onde a vida começou a florescer em abundância.
As sementes germinavam e transformavam-se em árvores únicas, fortes e diferentes entre si. Quanto mais cresciam, mais feliz era o vale, porque os frutos dessas árvores alimentam gestos amorosos de atenção e cuidado uns com os outros.
O tempo foi passando e a pressa e a ambição entraram no coração do Vale do Germinar e os habitantes, os Mirvales, começaram a forçar a terra, usando fertilizantes e pesticidas, para acelerar o crescimento das árvores.
O solo enfraqueceu, os rios secaram e as árvores começaram a morrer.
O vale perdeu as suas cores, mergulhando num silêncio profundo e num egoísmo sem fim…
Tudo parecia perdido e sem solução. Porém, sabendo o que estavam atravessar uma tristeza e agonia, Yeshuah visitou-os, novamente, para os entusiasmar e desafiar a substituir os medos pelos sonhos, dizendo-lhes:
Não basta receber a semente e semeá-la. É fundamental reencontrarem as quatro essências – a alegria, a audácia, a entrega e a partilha – para o Vale do Germinar reflorescer.
Assim, mesmo não sabendo ainda onde procurar, nem como as reconhecer, os Mirvales reuniram todos os habitantes dos quatro cantos do Vale – os Solis, os Tessés, os Lúria e os Asters – com desejo de reaver as quatro essências.
E tu, escuteiro, escolhes ficar ou seguir e
Dar comVida
Há muito tempo, vivia um jovem chamado Yeshuah. Num certo dia, Yeshua saiu de casa e pôs-se a caminho até ao centro da sua vila.
Pelo caminho, foi abordado por um velho sábio, que lhe entregou um pequeno saco de sementes. O jovem, confuso, perguntou:
Mas que sementes são estas? Para que servem? O que devo fazer com elas?
O velho sábio sorriu e despediu-se apenas dizendo:
Tu saberás…
Yeshuah aceitou o desafio e partiu, semeando as sementes. Ora, dessas sementes nasceu o Vale do Germinar, fértil e luminoso, protegido por montanhas e atravessado por rios, onde a vida começou a florescer em abundância.
As sementes germinavam e transformavam-se em árvores únicas, fortes e diferentes entre si. Quanto mais cresciam, mais feliz era o vale, porque os frutos dessas árvores alimentam gestos amorosos de atenção e cuidado uns com os outros.
O tempo foi passando e a pressa e a ambição entraram no coração do Vale do Germinar e os habitantes, os Mirvales, começaram a forçar a terra, usando fertilizantes e pesticidas, para acelerar o crescimento das árvores.
O solo enfraqueceu, os rios secaram e as árvores começaram a morrer.
O vale perdeu as suas cores, mergulhando num silêncio profundo e num egoísmo sem fim…
Tudo parecia perdido e sem solução. Porém, sabendo o que estavam atravessar uma tristeza e agonia, Yeshuah visitou-os, novamente, para os entusiasmar e desafiar a substituir os medos pelos sonhos, dizendo-lhes:
Não basta receber a semente e semeá-la. É fundamental reencontrarem as quatro essências – a alegria, a audácia, a entrega e a partilha – para o Vale do Germinar reflorescer.
Assim, mesmo não sabendo ainda onde procurar, nem como as reconhecer, os Mirvales reuniram todos os habitantes dos quatro cantos do Vale – os Solis, os Tessés (Tecer/Unir), os Lúria (Voz interior/Guia) e os Asters (Estrela/Referência) – com desejo de reaver as quatro essências.
E tu, escuteiro, escolhes ficar ou seguir e
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